
Festa da Pedra do Pão-de-Açúcar 2009, Equipe CPW marcando presença.
Este ano foi muito bom, apesar de que a moto em que eu, Paulo Frazão, estava deu problema, mas tinha um amigo mecânico, Fábio de Pita, mas foi muito bom.
Não subimos até o pico, e nem tiramos mais fotos por causa das baterias da câmera e do problema na moto.
Mas pegamos algumas fotos nos Orkut’s da galera caiçarense.
Logo mais iremos publicar o vídeo de Fábio de Pita, descendo de moto da marca dos 160 metros da Pedra.
Oh, saudade…
Gente como eu tenho saudade dessa festa, todo dia 15 de AGO fico lembrando os tempos em que morava em Caiçara e saiamos em grupos para o pãp de açucar, comemorar a tão tradicional “festa da pedra”, que tempo bom. Mas a vida continua as epocas são outras e novas gerações comemoram em pró de quem já teve a oportunidade de, dela participar.
Vi as fotos o parabenizo o fotografo, pelas belas imagens de sua lente. O bom é que essa tradição nunca caia em esquecimento e que o povão caiçarense nunca deixe de comemorar esse evento.
Em breve estarei me unindo a voces, pode ter certeza disso. Meu tempo na MB está terminando, e, breve estarei de volta pra casa de vez, como é dito na música do Lulu Santos, “Estou voltando pra casa, de vez”.
Atenciosamente,
Williams (Maninho)
RJ, 29AGO2009.
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A FESTA
Diferente, confesso que nunca participei de nada parecido mais seria muito legal!!!!!!!!!!quem sabe um dia???
Saudades!!…
Beijos a todos..
Rosilene – RJ
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Caro Paulinho!
Embora tardiamente, estou me manifestando a respeito da festa de 15 de agosto passado. Lamento pelo incidente da moto, mas estou certo que no próximo você estará de moto nova. As fotos são uma lembrança rara para mim. Eu não sei há quantos anos existe essa festa. Seria um tema para pesquisa. Alguém gostria de se encarregar? Não sei. Quem sabe, o Prof. Jocelino já guarde em sua gaveta algumas anotações a respeito?
Bom, mas queria mesmo falar das minhas lembranças. Penso que o último ano que frequentei essa festa foi em 1953. Naquele temp já era famosa. Só que não tínhamos as mesmas facilidades de transporte como hoje. Íamos mesmo com os nossos pés, caminhando, sol a pino, o Curimataú sem uma gota d’água. Havia o que chamavam poço dos milagres, uma nascente entre as pedras do rio. Não sei se ainda existe isso. As pessoas esperavam horas para que a água revesse e aí colhiam com a cuia para colocar no pote, e aos poucos iam enchendo. Se formavam filas. Eu também, muitas vezes, ia em busca de água. Preferia à noite, naquelas enluaradas. Ficávamos conversando horas, a respeito de muitas coisas.
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Caro Paulinho Frazão!
Não imaginas! Caiçara, à noite, tinha um cheiro especial, principalmente nas noites enluaradas. Antigamente não havia calçamento na cidade, mesmo na rua principal, a João Pessoa. De um lado e outro havia alguma grama. No meio passava o leito da estrada, onde trafegavam os caminhões. Na cidade só havia dois automóveis. Um deles pertencia ao Luis Araújo, pai do Ariobaldo, que tinha o apelido de Badinho e estudava em João Pessoa. Naquela época só filho de papai muito rico estudava em João Pessoa. O outro automóvel não lembro de quem era. Mesmo as pessoas de posse não possuiam automóvel. Tinham seu bom cavalo de montaria. Automóvel era difícil porque não havia ainda montadoras no Brasil e aqueles que aqui chegavam eram importados a um custo elevado. As montadoras então existentes, a GM e a Ford, se dedicavam, principalmente, a montar caminhões, com peças quase totalmente importadas. Estou falando de um tempo anterior ao ano de 1955, porque a partir de 1956, com o governo Juscelino Kubtschek, se instalaram aqui no Brasil as primeiras montadoras de automóvel.
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Bom, mas no post anterior eu ia falar do cheiro característico que Caiçara tinha a noite. Não sei se ainda tem. Sim, nas laterais da rua João Pessoa, de terra batida, havia alguma grama, mas interessante mesmo é que havia de cada lado uma fileira de pés de ficus, que durante o dia propiciavam sobra para nossas brincadeiras e nas noites de lua cheia, também. Só que a noite, a sobra era preferida pelos namorados. Eram essas árvores que espalhavam na noite um cheiro de primavera, qualquer que fosse a estação do ano em que estivéssemos. Anos depois, soube que todas as árvores foram cortadas para dar lugar ao calçamento. Se for verdade, não sei porque não se fizeram canteiros para preservar as árvores. Já não chega o coreto que fora derrubado anos antes? Ficamos sem o principal lugar onde tocava a banda quando vinha a Caiçara. Saudades! Saudades e mais saudades de Caiçara. Vou parar por aqui.
Um forte abraço, Pauliiiiiinho!
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Oi, gente boa! Eu estava falando da sombra das árvores e por uma falha da digitaçao saiu “sobra”.
Forte abraço a todos!
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