Publicado por Paulo Frazão
em 10 de junho de 2008 e categorizado em História, Áreas de Lazer.
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É notável observar a lagoa, aliás “Parque Tenente Marcolino”, nos dias de hoje. Nos tempos da minha meninice e adolescência, lá pelas décadas de 1940/50, a lagoa era um pouco afastada da cidade e rodeada pela mata, onde meninos, caminhávamso para caçar rolinhas ou preás. A vegetação era frondoso, mesmo durante o periodo da seca. Colhíamos cajus pitombas, jaboticabas e outras frutas, produzidas expontaneamente pela natureza. Quero dizer, não eram cultivadas, naturalmente. A lagoa era protegida por uma cerca em volta, feita de macambira, xique-xique e outros vegetais característicos da região. Aqui e alí passava um arame farpado.
Tempos depois, já adolescentes, quando passamos a namorar, íamos com as meninas para aqueles locais. O namoro era difícil, naquele tempo, as meninas muito vigiadas pelos, precisavam armar verdadeiras peripécias para se ausentar sozinhas de casa. Nunca exageramos nos afetos e afetos. Éramos, até certo ponto, ingênuos e puros naquela. As meninas, por sua vez, tinham os seus recatos
Guardo desse tempo as mais saudosas lembrança, não esquecendo que muitos daqueles amigos e amigas já partiram para a eternidade.
Lembro das festas. O povo de Caiçara sempre foi muito festeiro. Os bailes aconteciam a pretexto de qualquer coisa. Não havia TV, internet, o rádio engatinhava. Havia o serviço de alto-falantes que transmitia música das 18:00 às 21:00, enquanto a mocidade circulava pela rua e as famílias se espalhavam pelas cadeiras nas calçadas.
Um forte abraço, povo querido de Caiçara!
P.S. – Uma curiosidade. Quem foi Tenente Marcolino?
“Nossa densidade demográfica é de 53,5 hab/km². São 3.666 homens e 3.570 mulheres (obs.: a diferença do total por sexo e a população total se deve a uma margem de erro do IBGE referente a domicílios desocupados).”
É notável observar a lagoa, aliás “Parque Tenente Marcolino”, nos dias de hoje. Nos tempos da minha meninice e adolescência, lá pelas décadas de 1940/50, a lagoa era um pouco afastada da cidade e rodeada pela mata, onde meninos, caminhávamso para caçar rolinhas ou preás. A vegetação era frondoso, mesmo durante o periodo da seca. Colhíamos cajus pitombas, jaboticabas e outras frutas, produzidas expontaneamente pela natureza. Quero dizer, não eram cultivadas, naturalmente. A lagoa era protegida por uma cerca em volta, feita de macambira, xique-xique e outros vegetais característicos da região. Aqui e alí passava um arame farpado.
Tempos depois, já adolescentes, quando passamos a namorar, íamos com as meninas para aqueles locais. O namoro era difícil, naquele tempo, as meninas muito vigiadas pelos, precisavam armar verdadeiras peripécias para se ausentar sozinhas de casa. Nunca exageramos nos afetos e afetos. Éramos, até certo ponto, ingênuos e puros naquela. As meninas, por sua vez, tinham os seus recatos
Guardo desse tempo as mais saudosas lembrança, não esquecendo que muitos daqueles amigos e amigas já partiram para a eternidade.
Lembro das festas. O povo de Caiçara sempre foi muito festeiro. Os bailes aconteciam a pretexto de qualquer coisa. Não havia TV, internet, o rádio engatinhava. Havia o serviço de alto-falantes que transmitia música das 18:00 às 21:00, enquanto a mocidade circulava pela rua e as famílias se espalhavam pelas cadeiras nas calçadas.
Um forte abraço, povo querido de Caiçara!
P.S. – Uma curiosidade. Quem foi Tenente Marcolino?
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